quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Acto II

Guardei cada instante, sem desperdiçar a mais infima fracção de segundo.
E agora tenho vontade de abrir a caixa e mergulhar lá para dentro.

Reviver cada dia, cada hora, cada minuto, cada segundo. Reviver cada cara pela primeira vez.

E vejo algo brilhante, algo que me prende a atenção, algo em que me apetece pegar:


É um sorriso. Um sorriso muito especial que eu não reparei no inicio. É bonito.
É uma energia incontrolável.
É uma alegria contagiante, impenetrável, impossivel de derrubar.
Sou eu.
Sou livre (de ti).
Pura, escandalosa e perdidamente livre.



Sou criança outra vez.

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